
-Boa noite, estão interessados em responder a um inquérito?


Quando a Maria Pureza se prestou disposta á chatice, a dádiva de infortunios com que nos alegrava as manhãs surgiam como larachas. A piada que é uma mentira, a prepotência subjugada pelo desejo insatisfeito em terras distantes de um amor mal feito. Mas enfim, não se pode ter tudo não é? Pois, a resposta a esta não sei, não sabemos, mais bonita fica apelidar-me como um grupo, como uma representação da malta, qualquer que seja a sua eventualidade de súcia ou má ralé.
Não está a fazer sentido, toda esta frase está a amontoar a uma incongruência de ideias e sinceramente está, pura e robustamente dito, a dár-me cabo dos cornos! Esta panóplia, leque, amontoado frustra pela demanda, a própria busca advinha-se… Mistério, é essa a palavra simples aqui, nada, não faz advinhar nada. Então vamos á procura, vai-se á deriva do imaginário a tentar calcar a realidade, tornar pessimista a mesma quando na verdade a sua integridade é de uma respeitabilidade mais, superior. Prontos, e assim se escreve o português.
Que piada teria a ausência de relação com o anteriormente referido quando o que se quer é referir o que veio anteriormente, ou não veio… Lá está? Pergunta? Mas está ou não? Bem! Pode ser, está então.
A Pureza viaja na sua cabeça, é subjectivo e maravilhoso este conceito que ela adopta, a perspectiva do prisma ou vice-versa, em vez de se perspectivar um diferente ou estabelecido prisma ver através desse uma perspectiva. Como é que se transporta mais este abanão incómodo do leque para a compreensão do pólo contrário á minha caneta? Nem nós sabemos, note-se a recorrência já notada á expressão pela malta, porreiro. E está tudo dito. Porquê dizermos mais? Queriamos mas entretanto distraímo-nos e em discussão acesa mantemo-nos. Só mais uma dúvida: Mas nós quem?
Deception sprung from a place unknown
Temptation, no wrong, just pathetic it’s moan
Declining, a rebutle, self-conviction
To attain the object, the fascination
Manage us dear friend
Throw back, advise
Tell one to pack, the demise
Redundant, this truth
Illfounded his belief
To the top! The deceit
It is one, acting are you
Looking and shining in the prime
Finding and wanting, her’s the chime.
The sound of authority
The man, his considered superiority
Judging from above
What remains, all but love.
Staying all the rest
Leaving what’s believed to be the best
Neurotic mind of an obsessive nature
Never has he been in synchrony with the latter
Exiting to prose
T’is not but a moment rose
From the entertaining expression
Of that couple in pleasant agression
To one another, hidden, attempted
The epiphany, one will be tempted
In my chair, from afar
Causing it horrid, black as tar
Earlybird, feeling what?
Impressed, doubtful?
Wisdom so definitely null
Pó Caralho com o Lírico
Tentar embelezar
Metafórico, Camoniano, épico
Alternância de linguagem invasiva
Escrever como forma de frustrar
Contenção de um berro bipolar
Faz isto, faz aquilo
Faz merda, trai o sigilo
Porquê lidar com a situação?
Impôr a vontade que o mundo dita
Tou danado, tou irado
Mas sozinho esta disposição é maldita
Remove-te desta guerra
Desta luta de poder
Orgulho, Razão, Vitória
Vão-se mas é foder!
Embelezar, Patético
Certas palavras, agressivas
Mas o meio termo é um esforço
O que se quer é a verdade
Futurismo e humanismo
Fortes ideologias do pensador
Nada mais do que tardes mortas
QIs excessivos sem qualquer propósito
Lutar entre consciências
Considerar alternâncias
Matar esforços mal colhidos
Conformar-me aos vencidos
O padrão do homem submisso
Cada escudo uma história
Lamentações, é um enguiço!
O heroi que escapa da memória
Pois sim cai no esquecimento
Arrasta consigo tambem mais nada
Passo a passo, ao largo o inevitável
A mediocridade fatídica é imeisurável
Grupinho dos meninos
Grupinho das meninas
Meninos do rugby
Meninas dos meninos
Ou talvez mais outra coisa
A saída sempre igual
Saber algo é alto astral
Banalidade? Nem vê-la!
Some-te Rapaz!
Deixa-te de merdas!
Só irritas a ti e aos outros
Só integras um grupo em ti mesmo!
Mas não, não és diferente
Esse direito e honra não tens
Tão certo como os milhões
Que a Deus seguem como um bom crente
És igual e deprimente
Frustrado e Mal educado
Responsabilidade Nula
Preguicite aguda
Olhos mal pintados
De preto e vandalizados
Canta uma canção
Solta ao mundo a tua dôr
E te digo amigo chora
Ninguem te vai ouvir
Mas enfim, minutos gastos
Mão aquecida e ego subido
Aprender, escapou-se do perigo